03 junho, 2020

29 maio, 2020

Quem somos nós?

Hoje, neste texto eu não quero falar de nenhum óleo essencial, de nenhum recurso que não possa contemplar qualquer ser humano nesta esfera. Quero falar de algo comum a todos nós.

Milene Siqueira
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E de repente uma pandemia nos faz refletir como nunca: valores!
Valores sociais, econômicos, relacionais, culturais, pessoais...

Valores ESSENCIAIS vem à tona! Saúde, itens básicos, higiene, comida, natureza, ciência, informação de qualidade, solidariedade, arte! E sobretudo, a Vida!

Subterfúgios desmoronam... passeios ao shopping, aquele amontoado de coisas e suas embalagens, festas e viagens desnecessárias. 

E de repente no meio de um confinamento, nos perguntamos: 
-Aquele corre-corre era para que mesmo? 

E quando as vidas são ameaçadas, nos perguntamos da gestão do valor mais precioso: tempo!

E com tanto caos, perguntamos: cadê o dinheiro público? Cadê aqueles investimentos na saúde e na ciência que não foram feitos? As reformas digitais e inteligentes necessárias, que pudessem agora contemplar com facilidade e rapidez a necessidade da grande maioria dos brasileiros. Cadê?
Construção de estádios, bilhões em compra de fragatas, corrupção, fake-news, desmatamento da Amazônia, da Mata Atlântica, e também daquela área verde ali no seu bairro - erguendo mais um prédio, encolhendo mais um pedaço do céu! Valor. Valor para quem? Valor para o que mesmo? Para o coletivo ou para alguns poucos?

Cadê humanistas, socialistas e ambientalistas no governo? Cadê gente, gente humana... e não herói, salvador ou mito.

Quem somos nós?

E agora, que extravasar no estádio ou no show, ou no bar, ficou contido - o que se faz com tudo o que nos aprisiona, que nos consome intimamente? Para baixo de qual tapete, vai a dor? Cadê o tapete?

Qual a nossa sede, a nossa fome?
Constatamos a fome de presença das crianças por seus pais ausentes, que estavam lá vendendo muito do seu tempo... para o que mesmo?
A fome de estar perto da natureza, do ar, do sol, do mar, do verde. A fome dos sentidos, a fome de pele. 
A fome dos bichos, de viver em paz em seus hábitats.  
A fome de liberdade, e bem menos a humana quando comparada a dos animais engaiolados pelos ditos humanos.
A fome da natureza em ser respeitada.
A fome das comunidades, de feijão, de arroz, de direitos.
A fome de vínculo dos casarões fartos, vazios, solitários. 
A fome de reconhecimento de profissionais invisíveis, trabalhos essenciais como o varredor de ruas.
A fome da saúde, da saudade, da perda.
A fome de igualdade.
Fomes existentes, fomes desatendidas. Fomes famintas.

Quem somos nós? 

O que fizeram para que, em nome do que, ou de quem... acreditássemos em algo definido do que somos?

Quem somos nós? 

Questione, sempre. Não deixem que a respondam, nem mesmo você tenha a resposta.
Porque a resposta certa é que somos Vida. E assim sendo, é vida em criação, vida aberta, vida mutante, vida que se reinventa, vida que ajuda outras vidas, vida que se torna vida, vida sem biografia, vida dançante, vida livre, vida sem um propósito, vida com tantoosss propósitos, vida além da rotina, vida para contemplar, vida sem utilidade, vida que serve, vida que experiencia, vida que ama, vida que questiona, vida em vidas... Vida Viva.


“A vida não é para ser útil. Isso é uma besteira. A vida é tão maravilhosa que a nossa mente tenta dar uma utilidade para ela. A vida é fruição. A vida é uma dança. Só que ela é uma dança cósmica e a gente quer reduzi-la a uma coreografia ridícula e utilitária, a uma biografia: alguém nasceu, fez isso, fez aquilo, fundou uma cidade, inventou o fordismo, fez a revolução, fez um foguete, foi para o espaço… Tudo isso, gente, é uma historinha tão ridícula! A vida é mais do que tudo isso. […] Nós temos de ter coragem de ser radicalmente vivos. E não negociar sobrevivência.”
—Ailton Krenak 






28 abril, 2020

OE Bergamota - O maná dos deuses, para os calabreses.

Aiii.... gosto tanto dos efeitos da Bergamota - o óleo mais equilibrante que conheço!
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Maná: Alimento espiritual de origem divina, aquele que consola e liberta a alma dos deprimidos, aflitos e tristes. Traz de volta luz, calor e alegria de viver - mostra que sempre haverá luz no final do túnel.
A Bergamota é um fruto não comestível, exceto para produção de geleia (Marmalade Bergamotto) e o  licor (Bergamino), mas sua máxima produção se destina para extração de seu potente óleo essencial, chamado de “Maná dos deuses” pelo povo que habita a região do sul da Itália, chamada de Reggio di Calabria.
Este fruto cítrico – segundo seus produtores – tem inteligência divina; foi trazido para a Calábria por volta do século XV, não se sabe claramente de onde – sua origem é envolta uma nevoa de mistério.
Tudo que se sabe é que veio trazer rejuvenescimento para uma das regiões da Itália,considerada como a mais “deprimida”, também trouxe expressivo aquecimento econômico.
Este fruto pertence à família botânica dos cítricos, chamada de Rutáceas. Divide parentesco com todos os outros frutos cítricos (Laranja, Limão, Lima, Mandarim, Grapefruit, Petitgrain e Neroli) e, por mais incrível que possa parecer, a Bergamota tem também parentesco botânico com outra planta muito comum para muitos de nós, a Ruta graveolens, conhecida popularmente como Arruda.
No campo psíquico: pesquisas realizadas com plantas pertencentes a esta grande família botânica a confirmam como fonte inestimável de cura, têm grande potencial terapêutico como libertadora para variados tipos de problemas psíquicos. Atuam como restauradora da liberdade de movimentos, liberdade para aqueles que se sentem aprisionados aos seus medos, sofrimentos, dores, tristezas, ressentimentos, traumas e raivas.
Tudo isto pode ser considerados como “restrições internas” – é sabido que sentimentos enterrados vivos, jamais morrem, até que sejam encarados e resolvidos.
Pessoas aprisionadas neste perfil são frequentemente sofredoras de retraimento, isolamento, timidez, desconfiança – podem ser bastante reativas, inseguras e são profundamente sensíveis; muitas apresentam quadro depressivo crônico e ou ansiedade, condições que a Bergamota tem indicação terapêutica muito positiva.Podem também se tornar comumente desesperançadas, demonstrando muito medo de mover-se para frente, dar passos em direção a libertação de suas amarras; são temerosas das coisas novas e ou daquilo que desconhecem.
A raiva pode ser uma das emoções expressadas com muita frequência – comumente, isto pode estar sinalizando apenas um mecanismo de defesa, que esconde verdadeiros sofrimentos internalizados não resolvidos, mas ainda latentes e vivos, clamando por resoluções. Curando-se a dor e o sofrimento interno, desaparecem sintomas de raiva e de depressão; a sensação de isolamento e muitas outras condições que podem estar acompanhando o quadro também desaparecem. Com isto, novas possibilidades serão vislumbradas – a passagem da sombra para a luz, a morte dando lugar para a vida, que abre caminho para expressar-se livremente. O óleo de Bergamota atua muito bem em pessoas hipersensíveis, ajudando-as a administrarem as situações relacionadas com perdas, dor, sofrimento, mágoas, ressentimentos, frustrações e muitas outras condições que podem afetá-las profundamente, confere firmeza, determinação e confiança interna de que tudo tem evolução em começos, meios e fins.
No físico: age como excelente curador e ou colaborador para tratar os problemas de pele, tais como eczemas, acnes, furúnculos e herpes zoster. Têm sido obtidos bons resultados no tratamento de psoríase e vitiligo, para os quais o uso deste óleo não pode ser considerado como proposta de cura definitiva, por serem doenças cutâneas muito sérias; existe, entretanto, a possibilidade de que o uso do óleo essencial de Bergamota possa provocar a diminuição ou a interrupção do processo degenerativo da doença. O óleo atua holisticamente no ser humano – sabe-se que muitas doenças de pele têm sua origem no nível psíquico.
Semelhantemente aos outros óleos cítricos, a Bergamota age como um excelente óleo digestivo, principalmente em casos de indigestão provocada por consumo de alimentos gordurosos, frituras, açúcares; regenerador das células do fígado, colaborador para a recuperação em ocorrências de alcoolismo.
Assim como o Limão, o óleo de Bergamota tem excelente ação antiácida – atua combatendo a acidez excessiva, que gera muitos problemas para o corpo tais como digestão fraca e lenta, flatulência, constipação, boca amarga, toxidade sanguínea, dores de cabeça, azia, fraqueza mental e física, mau hálito; o câncer e a Cândida albicans encontram terreno fértil num corpo físico ácido (prevenir sempre foi o melhor remédio).
O óleo essencial de Bergamota, associado ao óleo de Limão, forma uma excelente sinergia para equilibrar o pH do corpo e, consequentemente, preservar a saúde em geral.
Na pele: age combatendo a oleosidade; pode também ser usado no preparo de xampus para tratar os cabelos oleosos com a presença de caspa.
Precauções: atenção e cuidados devem ser tomados ao se fazer uso do óleo de Bergamota: por se tratar de um óleo fototóxico, ou seja, fotossensibilizante, pode manchar a pele – assim , se for aplicado no corpo, é preciso não se expor ao sol, pelo menos uma hora após o seu uso.
texto de Vera Lucia Guedes

08 fevereiro, 2020

Quando a Terapia Dói!


Quem percebe que fez algo errado, tem a chamada dor de consciência!

E na terapia normalmente nos damos conta de enganos passados ou atuais. E se você for normal, a terapia vai doer!

Era mais confortável antes quando podíamos continuar errando e colocando a culpa no outro ou não vendo o que fazíamos! Antes de sentir culpa. Antes de ganhar um chicotinho imaginário para nos autoflagelar.

Puxa.... achei que ia melhorar na terapia e piorei. Ganhei consciência de aspectos que nem imaginava! É, ganhar consciência não é tão simples! Podemos cair facilmente no poço que abarca o sofrimento, chamado "autocentramento".

Conduzir a terapia de modo não autocentrado é um desafio. Poder ver os erros de uma identificação e trabalhar em não se identificar é tarefa delicada, mas deve ser fundamental.

Uma pessoa em terapia é uma pessoa que se transforma para as pessoas ao redor. Vira uma mãe melhor, uma esposa diferente, uma amiga que aprende a ouvir e a acolher. Mas para a pessoa em si o sofrimento pode aumentar - com o atenuante de ser controlável ou em ser acolhido pelo terapeuta. Mas não é dependência do terapeuta que buscamos e sim autonomia. Em sim conhecer a mente. 



05 fevereiro, 2020

Terapias - Olhando Além

Por Milene Siqueira

Lembro de uma imagem com um prédio caindo e alguém subindo com uma escada onde os degraus eram palavras como florais, massagens e óleos essenciais, remetendo a apoios insuficientes de uma declarada queda - algo assim.

Concordo com a imagem, também acho perigoso quando usamos recursos naturais como apenas socorros emocionais. 
Não que eles não sejam, são e muito. Óleos essenciais, por exemplo, acalmam, equilibram, estimulam. Todo recurso de prática terapêutica é cheio de elementos que contribuem para restabelecer o equilíbrio perdido. Porém, focar no uso com base em paliativos não é muuuiiiito diferente de utilizar a alopatia para doer menos, para anestesiar. E em nada para aprender. Ainda que, sim digamos, que este ou aquele recurso tem o benefício singular da energia vital, orgânica, biocompatível, etc

Aprender implica em paciência, tolerância, construindo bases de fortalecimento e resiliência - e para tanto precisaremos olhar, sem tapar buracos, sem anestésicos. É uma arte que se aperfeiçoa no experienciar. Lidar com nossas emoções de forma não aversiva, não dolorida, mas afetiva, autocompassiva.

Sim! Há momentos que o que temos unicamente a fazer é apagar o incêndio! Mas fora do perigo, precisaríamos olhar num nível bem mais amplo para a condução dos cuidados terapêuticos. Que por base, inclui o equilibrio constante dos elementos em nosso ser. Penso que Hipócrates tinha mesmo razão, quando disse:

"Um banho perfumado e uma massagem aromática, todos os dias, constituem o melhor caminho para se ter o corpo e a mente saudáveis" Hipócrates, século IV a.C.


Bom, sabemos o quanto de dificuldades muitas pessoas encontram em se quer poder se alimentar -  nem digo bem, digo se alimentar! Quem diria o mais... como um banho e massagens aromáticas! A vida urbana dentro do sistema é complicada, adoece.

Mas, imaginando aqui que você esteja um pouco que seja podendo se cuidar... lembre-se que em nível básico os melhores aliados da sanidade como um todo, estão no equilíbrio dos elementos - ar, fogo, água, terra! E seja, por exemplo, indo pro mar, pra cachoeira ou apenas conscientizando-se no banho do chuveiro, faça contato com os elementos naturais a nível grosseiro,físico. E onde eles também estão presentes mas em modo mais sutil - nos óleos essenciais, florais, homeopatia, acupuntura, na dança, e enfim em todas as terapias! 
Na bem da verdade os elementos estão presentes em nós, mas nunca ou raramente tivemos o hábito de acessar a energia deles em nós, então usamos o modo físico através da atenção da consciência e também da energia como ponte.

Segundo, autoconhecimento e conhecimento! Elemento ar incluído aqui também! Importantíssimo para adquirir consciência!

Nenhum recurso ainda que natural, sejam óleos essenciais, cristais, florais, técnicas corporais ou energéticas, nos trarão consciência! Simplesmente porque nossa consciência não pode ser produzida de forma autônoma por algo externo a nós mesmos. Eles podem auxiliar, principamente ajudando a restaurar a harmonia, alterando a vibração e até mesmo formas de comportamento, ou ainda auxiliando uma sutil compreensão,  ampliando assim as possibilidades de consciência. De forma direta eles não nos ensinam, mas teremos acesso a possibilidades mais abertas, disponíveis em aprender, em conscientizar.

E consciência talvez seja uns 50% do trajeto!

O autoconhecimento bem dirigido traz consciência. E consciência costuma doer, mas também nos ampara e ajuda a amparar aos demais ao nosso redor - sendo mais cuidadosos, pacientes, compreensivos com as dores alheias. Ser consciente - trazer lucidez aos nossos processos ajuda demais! Beneficia e resolve muitas questões.

Mas... somente parando por aí, em ter a consciência do porque agimos de tal forma, dos mescanismos de proteção, etc, pode nos deixar estagnados em algumas partes, operando situações e lembranças em rigidez,fixação, dor. Até que, se conduza a um elemento importantíssimo, o espaço! Que compreende visão, abertura, criatividade, sabedoria, amor e compaixão!


22 janeiro, 2020

Sensações Sempre


Ligamos tanto o piloto automático, que a vida vai passando sem que a gente se atenha aos sentidos presentes o tempo todo...

Tomamos banho todos os dias... mas quando é que paramos por 1 minuto que seja para sentir a água? Tocando nossa pele, a água quentinha passando sobre nós, relaxando os músculos...
Se estivermos em uma cachoeira, provavelmente nós vamos dar conta das sensações... sentiremos a água gelada fazendo contato com nosso corpo, nos arrepiaremos, fugiremos ou nos entregaremos à ela... mas e por que não todo dia, abrindo a torneira e "experienciando" a água?

Quando comemos algo novo e bem saboroso, também nossas pupilas gustativas se surpreendem! Mas porque no dia a dia, sim, com as comidinhas de sempre não paramos para colocar atenção?

Estar em uma montanha pela primeira vez, sentir o vento gelado no corpo... mas porque não colocar nossa consciência  naquela ventania da tarde que sempre bate nas janelas?

Por que não tirar os sapatos em casa e tocar o chão, ou naquele canteirinho de jardim? 

Não precisa ir viajar, ir longe, perceba você mesma quantas vezes já viajou e não sentiu, não se relacionou com a vida! Tente hoje aí onde você está, sinta!

Facilmente também deixamos as sensações por receio... porque rotulamos como algo bom e ruim. E se nós nos abrissemos para sentir sem rotular? Se fossem somente sensações diferentes?

A vida é sinônimo de sensações, mas os sentidos nós é que atribuimos!

Texturas, paladares, visões, aromas, toques, intuições... mas que tão frequentemente não percebemos, porque vamos vivendo meio enjaulados nos pensamentos, longe do momento presente, longe de um corpo, de uma relação com a vida e dos seus sentidos! 


26 novembro, 2019

Atenção Plena na Raiva

—Thích Nhat Hạnh

"Quando quer que uma semente, digamos a semente da raiva, surja na nossa sala de estar e se manifeste como uma formação mental, a primeira coisa que nós podemos fazer é tocar a semente da atenção plena e convidá-la para entrar também. Agora nós temos duas formações mentais dentro da sala de estar. Isso é atenção plena na raiva. Atenção plena é sempre atenção plena em alguma coisa. Quando nós respiramos com atenção plena, isso é atenção plena na respiração. Quando nós comemos com atenção plena, isso é atenção plena no comer. Então, nesse caso, a atenção plena é atenção plena na raiva. A atenção plena reconhece e acolhe a raiva. O que quer que estejamos fazendo, seja cozinhando, varrendo, andando, respirando, nós podemos continuar gerando a energia da atenção plena, e a semente da atenção plena em nós se tornará mais forte.⁣

A raiva não é inimiga. Ambas atenção plena e raiva são nós mesmos. A atenção plena está lá não para suprimir ou brigar contra a raiva, mas para reconhecê-la e cuidar dela – é como um irmão mais velho ajudando um irmão mais novo. Assim, a energia da raiva é reconhecida e acolhida gentilmente pela energia da atenção plena.⁣

Nossos blocos de dor, mágoa, raiva e desespero querem surgir na nossa consciência, na nossa sala de estar, porque eles cresceram e precisam da nossa atenção. Eles querem subir, mas nós não queremos que esses convidados indesejados subam porque eles são dolorosos. Não queremos encará-los, então enchemos a sala de convidados. Ligamos para uma amiga. Pegamos um livro. Ligamos a televisão.⁣

Se pudermos aprender a não ter medo dos nossos “nós de sofrimento”, começamos a deixar que eles circulem e aprendemos como acolhê-los e a transformá-los com a energia da atenção plena. Reconhecemos, acolhemos e cuidamos dessas energias negativas.⁣

Toda vez que você dá às suas formações internas um banho de atenção plena, os blocos de dor em você se tornam mais leves. Então dê à sua raiva, ao seu desespero, ao seu medo, um banho de atenção plena todos os dias. Após alguns dias ou semanas trazendo-nas a tona diariamente e as ajudando a voltar novamente lá pra baixo, você cria uma boa circulação na sua psique."⁣